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09
fev
2013

Internet segura #memefev


Começamos o #memefev no LuluzinhaCamp. E o tema desta semana é internet segura. Ano passado falei um pouco disso aqui no Ladybug: o Brasil é um dos lugares mais perigosos para usar a rede. Além de antivírus (e firewall), haja educação.

O CERT (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil) tem toda a informação de que você pode precisar. A sua cartilha de segurança tem informações claras e precisas sobre cada detalhe…

O NIC.br e o CGI.br mantêm o Internet Segura, que tem informações sobre os riscos (e a proteção), como realizar compras e transações online sem problemas; como educar crianças a respeito e proteção à privacidade. O bacana é que o portal reúne dicas não só do CERT, mas também de outras organizações como a Childhood Brasil, o EducaRede e o SaferNet, entre outros.

Para se ter uma ideia do tamanho da encrenca: o Norton Cybercrime Report, que decifra os maus feitos online, chegou à conclusão de que, em 2012, o crime online custou US$ 110 bilhões! No Brasil, o custo por pessoa é de R$ 562 – foram 28 milhões de atacados em 2012.

O Norton Cybercrime Report 2012 também mostrou que a maioria dos internautas está nos passos básicos para proteger a si mesmos e às suas informações pessoais, como apagar e-mails suspeitos e ter cuidado com os seus dados pessoais no mundo online. No entanto, outras precauções essenciais são ignoradas: 40% não usam senhas complexas nem as alteram com frequência. Além disso, mais de um terço não confere o símbolo de cadeado no navegador antes de digitar informações pessoais críticas, como dados bancários.

Como previsto em 2011, a grande brecha está nos dispositivos móveis. O Internet Security Threat Report confirmou a história: o dobro de ataques.

E mais: os sites e blogs também são alvo. Muitas vezes, nem as atualizações salvam – e é preciso reinstalar tudo. No condomínio que administro tive problemas aqui no Ladybug e também em outro site (ambos domínios .com)… E nem as dicas perfeitas da Via Hospedagem conseguiram evitar o trabalhão: foi preciso refazer tudo.

Porque sim, o mal está à solta. E cada um de nós – independente do nível de conhecimento – é responsável pelo combate. Informem-se.

foto:  Funkyah via Compfight


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Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons — Tema LadybugBrasil desenvolvido por André Bets e Fabio Lobo