<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ladybug Brasil &#187; entrevista</title>
	<atom:link href="http://ladybugbrazil.com/category/entrevista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ladybugbrazil.com</link>
	<description>Sobrevôos, descobertas, achados.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 11:59:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Uma hora com Saramago</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2008/11/uma-hora-com-saramago/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2008/11/uma-hora-com-saramago/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 04:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[saramago]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/?p=1514</guid>
		<description><![CDATA[A Fundação Mapfre trouxe para o Brasil, nesta semana, o blogueiro mais Prêmio Nobel de todos: José Saramago. Sou fã de sua literatura difícil, das frases trabalhadas e loooongas, dos parágrafos gigantescos que nos levam a um estado reflexivo, onírico e, em geral, sereno. O carinho por este senhor cresce, à distância. Em seu blog, [...]
Sem posts relacionados.

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Saramago by Lucia Freitas, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/lufreitas/3059457179/"><img class="center" src="http://farm4.static.flickr.com/3053/3059457179_4c101700dd.jpg" alt="Saramago" width="500" height="421" /></a></p>
<p>A <a title="Fundação Mapfre" href="http://www.mapfre.com.br/iContent/area.jsp?idArea=1375" target="_self">Fundação Mapfre </a>trouxe para o Brasil, nesta semana, o blogueiro mais Prêmio Nobel de todos: <a href="http://caderno.josesaramago.org" target="_self">José Saramago</a>. Sou fã de sua literatura difícil, das frases trabalhadas e loooongas, dos parágrafos gigantescos que nos levam a um estado reflexivo, onírico e, em geral, sereno.</p>
<p>O carinho por este senhor cresce, à distância. Em seu blog, os textos maravilhosos não permitem comentários, não recebem os pings. Este último fato, principalmente me causa enorme dor, já que provavelmente nos levaria a conhecer uma vastidão de blogosfera lusófona, que nem sempre aparece.</p>
<p>Enquanto muita gente lutou contra rankings, hoje eu tive o prazer de participar da coletiva de imprensa, no Consulado de Portugal, com direito a pelo menos três homens notáveis ao redor do escritor. <a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/11/25/a-pagina-infinita-da-internet/" target="_self">Conferência, como bem disse o autor</a>. Entrevista coletiva com hora contada, onde todos ignoramos solenemente o trabalho que parece sensacional de Fernando Gómez Aguillera (a exposição e o livro A Consistência do Sonho); a presença de Schwarcz, da Cia das Letras e até mesmo de Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake, onde acontecerá a exposição (gratuita).</p>
<p>Uma aula de português, de história, de política, de economia, de humanidade encarnada. Fui quase como representante do Ecoblogs. Em vários momentos emocionei, tocada por imagens, histórias e experiências generosa e serenamente contadas. Os efeitos ainda estão cá comigo.</p>
<p>Primeiro detalhe: a pergunta que fiz ao Saramago <strong>&#8220;o que é vida sustentável?</strong>&#8221; &#8211; e que deu numa linda resposta, registrada com o auxílio do presidente da Fundação Mapfre, Cássio, que anotou tudinho &#8211; estará na íntegra no <a title="O Escriba" href="http://www.oescriba.org/novo" target="_self">Escriba</a>, que a postará no <a title="Ecoblogs" href="http://www.ecoblogs.com.br" target="_self">Ecoblogs </a>também. Aqui, fica só o trecho onde eu tive a ajuda inestimável de &#8220;nosso presidente&#8221;.</p>
<blockquote><p>É emprego. É viver como sobreviventes, consciente da precariedade dos bens, poupando, não desperdiçando; enfim assumindo a abordagem de sobrevivente. É preciso limpar terreno, ar, de modo que se possa viver.</p></blockquote>
<p><strong>Sobre o novo livro, <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/bid:224/lang:pt-BR/tags:A+Viagem+do+Elefante/format:box">A Viagem do Elefante<img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/" type="text/javascript"></script>:</strong></p>
<blockquote><p>Eu comecei a escrever no ano passado. Quando tinha umas 40 páginas, adoeci e fui para o hospital. Em fevereiro, era uma sombra de mim mesmo. Pesava 50 quilos quando o meu normal são 70. Saí e cheguei a dizer que não vou acabar o livro. Minha mulher pedia aos médicos mais três meses para acabar o livro. Dois dias depois já travalhava no livro de onde tinha parado. Tudo que queria escrever até o fim estava nas primeiras páginas. A história queria ser contada daquela maneira. Os dados históricos caberiam em uma página, o livro é todo invenção. Eu sou o autor e tenho muito menos autoridade do que se pensa.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Nas primeiras 40 páginas já havia o casamento do português de hoje com o português que deve ter sido escrito no século XVII. Apareceram palavras que nunca usei. Nós vamos vivendo e dentro de nós acumulando sedimentos linguísticos.</p></blockquote>
<p><strong>Estar à beira da morte mudou algo?</strong></p>
<blockquote><p>Não acentuou-se a serenidade que eu já tinha.(&#8230;) Uma boa doença vale para toda a obra do Paulo Coelho.</p></blockquote>
<p><strong>Anotações </strong><a href="http://search.twitter.com/search?max_id=1023791458&amp;page=1&amp;q=%23saramago" target="_self"><strong>soltas</strong> enquanto eu twittava para a galera</a> <img src='http://ladybugbrazil.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> alegrei-me com os muitos retwitts&#8230;)</p>
<blockquote><p>Com 23 anos eu era capaz de escrever num português correto. Fui fazendo o escritor que sou. Poderia acontecer que, se tivesse vivido de outra maneira não teria um Prêmio Nobel.</p></blockquote>
<p><strong>Falando do blog/internet:</strong></p>
<blockquote><p>Troca de idéias, revolução pela internet? Não se vê como. Se em três anos teremos a liberdade que se tem hoje não se sabe. Há uma questão central: quem está no poder? Não importa onde, estamos nas mãos deles. Vocês sabem de quem estou falando. É impossível uma alternativa econômica sem alternativa política. Socialismo é suspeito. Liberalismo é suspeito. Não há alternativa política, é preciso conquistar um poder se quisermos mudar alguma coisa. Podemos marchar hoje, levantar nossas bandeiras, mas se ninguém fala, a manifestação não existe. Como criar uma alternativa política?</p></blockquote>
<p><strong>Os sonhos do homem e do escritor; Portugal está muito parecido com seus livros: </strong></p>
<blockquote><p>Somos sete mil milhões de pessoas. Quantas estão na delinquência? É como vivemos. E aceitamos. A corrupção chega a tal ponto que chegou à linguagem.<br />
Bondade: que estupidez é esta de ser bom? ninguém se arrisca a dizer que quer a bondade. Não sou exceção, mas ser bom, querer ser bom é apresentar-se como voluntário para a eliminação. como chegamos a isso? Em maio de 68 houve uma revolução, o velho saiu o novo surgiu e a frase É proibido proibir estampou os muros. Isso contribuiu para chegarmos onde chegamos. Há crise de autoridade, crise na família (lugar central, delicadíssima), crise na escola. Proponho isso à reflexão. Talvez a questão esteja muito nesta frase &#8220;É proibido proibir&#8221;. Alguma vez se imaginou que os pais tivessem medo dos filhos? Os filhos fazem o que querem e vão acertar as contas com a vida.</p></blockquote>
<p><strong>sobre a reforma ortográfica: </strong></p>
<blockquote><p>Já escrevi mãe com e no final, com i, depois voltei a escrever com e. Não importava, minha mãe estava lá, a mesma. Não importa a palavra, importa que nos comuniquemos. Ontem, fui dar um autógrafo e a moça falava o seu nome e eu não entendia. Ela repetia e eu não entendia. De algum lugar me veio o nome Thaís. A Thais dela não era a minha Thaís. É preciso ter tolerância, a língua portuguesa é toda língua seja qual for o lugar em que ela fala, é importante que seja inclusiva, termos um exercício de tolerância que, espero, seja positiva.</p>
<p>O que está em primeiro é o grau de educação que se dá.</p></blockquote>
<p><strong>Sobre suas leituras: </strong></p>
<blockquote><p>O mais importante não são os autores que leio. São os autores que li. O escritor que sou devo tudo às leituras dos clássicos portugueses: Padre Antonio Vieira, Antero de Quental, Almeida Garret. Em Viagens da Inglaterra vi uma luz a seguir. Na literatura estrangeira, Kafka, sem dúvida o maior dos modernos, Proust, Borges, Fernando Pessoa. Como é que parimos aquele homem?</p></blockquote>
<p>Sem posts relacionados.</p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2008/11/uma-hora-com-saramago/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RodaViva com Twitter</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2008/05/rodaviva-com-twitter/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2008/05/rodaviva-com-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[rodaviva]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão experimental]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/?p=734</guid>
		<description><![CDATA[O tema de hoje é sério: política industrial. Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior está no centro do Roda Viva hoje, às 22h40. E o programa inaugura mais uma novidade: Twitters. Para a estréia, Joaninha (dá sorte), Pedro Dória e Trecker. A idéia é a gente ficar lá em cima, como audiência [...]
Sem posts relacionados.

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tema de hoje é sério: política industrial. <a title="Roda Viva - TV Cultura" href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/" target="_self">Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior está no centro do Roda Viva</a> hoje, às 22h40. E o programa inaugura mais uma novidade: Twitters. Para a estréia, Joaninha (dá sorte), <a href="http://www.pedrodoria.com.br">Pedro Dória</a> e <a href="http://oniscientecoletivo.com/">Trecker</a>. A idéia é a gente ficar lá em cima, como audiência que dá uma outra versão dos fatos. Vou levar o <a class="bbli" href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:Nokia+E61"><span style="text-decoration: line-through;">Nokia E61</span><img class="bbic" src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script> NokiaE62 e rezar pra ter sinal dentro do estúdio&#8230; Seja o que deus quiser.</p>
<p>Entrevistadores: <span class="textopadrao">Cida Damasco, editora de economia do jornal O Estado de S. Paulo; Pedro Cafardo, editor executivo do jornal O Valor Econômico; Nelson Blecher, diretor de redação da revista Época Negócios; Sérgio Malbergier, editor do caderno Dinheiro do jornal Folha de S. Paulo; Luiz Fernando Sá, diretor de núcleo da revista IstoÉ Dinheiro; <a title="Projeto Br - Luis Nassif" href="http://projetobr.com.br/web/blog/5" target="_self">Luís Nassif</a>, diretor da Agência Dinheiro Vivo, blogueiro e comentarista do Jornal da Cultura.</span></p>
<p>[update] consertei umas bobagens: o modelo do celular e os links dos moços que me acompanharam [/update]</p>
<p>Sem posts relacionados.</p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2008/05/rodaviva-com-twitter/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meme: entrevista</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2008/04/meme-entrevista/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2008/04/meme-entrevista/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 12:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[meme]]></category>
		<category><![CDATA[TAG]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/2008/04/24/meme-entrevista/</guid>
		<description><![CDATA[A Liliana convidou pro meme da entrevista&#8230; A Lu Monte já respondeu. Eu, atrasada na leitura só vi agora. 1. Por que resolveu criar o blog? O Outro é pessoal, intransferível. Queria um lugar para conversr com mais gente. E acabei com um mundão de lugares (vou pela ordem pra ser justa): Goitacá, Faça a [...]
Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/02/entrevista-com-alexandre-lobao/' rel='bookmark' title='Entrevista com Alexandre Lobão'>Entrevista com Alexandre Lobão</a></li>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/' rel='bookmark' title='A primeira entrevista não é minha!'>A primeira entrevista não é minha!</a></li>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/07/meme-quatro-coisas/' rel='bookmark' title='meme: Quatro Coisas'>meme: Quatro Coisas</a></li>
</ol>

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://liliana.com.br/wp/" title="Chá de Hortelã">Liliana </a>convidou pro meme da entrevista&#8230; A <a href="http://diadefolga.com/meme-entrevista/" title="Dia de Folga">Lu Monte</a> já respondeu. Eu, atrasada na leitura só vi agora.<br />
<strong> 1. Por que resolveu criar o blog?</strong><br />
O Outro é pessoal, intransferível. Queria um lugar para conversr com mais gente. E acabei com um mundão de lugares (vou pela ordem pra ser justa): Goitacá, Faça a sua Parte, Desabafo de Mãe, Deusário, Ecoblogs&#8230; [<em>nota da blogueira: a esta altura estou gargalhando, claro</em>].  Até no Meio Bit já escrevi (tá, Leo, prometo escrever mais&#8230;). Blogs, afinal, servem para isso mesmo: ser veículo de escrevinhação compulsiva, absurda, total.</p>
<p><strong>2. O que te dá mais prazer em blogar?</strong><br />
Além de escrever? Navegar. É a segunda coisa de que mais gosto nesta vida. O blog me faz ler toda a montanha de coisas que jamais li quando era 100% jornalista. Me aguça o nariz, faz os sentidos ficarem alertas para novidades, ferramentas, movimentos. O que mais gosto é de participar &#8211; meme, blogagem coletiva, movimento a favor de alguma causa nobre. Cada um destes itens vence toda preguiça, cansaço e atordoamento que a vida traz.</p>
<p><strong>3. Indique um blog bom e um que você não gosta e por quê.</strong><br />
Imito Lu Monte pela metade. Os bons blogs estão aí na barra lateral. #confissão não sou fã blogs de humor.  Em geral não me fazem rir. E estou beeeem cansada dos de tecnologia (porque as notícias deles estão lá nos meus feeds estrangeiros).</p>
<p><strong>4. Qual tipo de música você ouve, e quais suas bandas favoritas?</strong><br />
Xi, me entubei. Hoje à noite, para vocês terem uma idéia, peguei uns CDs que não escutava há tempos lá na sala. Vieram pra caixa: <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:Billie+Holliday" class="bbli">Billie Holliday<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:Jane+Monheit" class="bbli">Jane Monheit<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, Becker e Fagen (<a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:Steely+Dan" class="bbli">Steely Dan<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>), Lorena McKennitt, Jeff Healey Band, <a href="http://boo-box.com/link/aff:amazonid/uid:ladybras-20/tags:Santana" class="bbli">Santana<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, Ella Fitzgerald and Louis Armstrong. Isso sem falar na Ana Carolina, Seu Jorge, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:Itamar+Assump%C3%A7%C3%A3o" class="bbli">Itamar Assumpção<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, Rubi, Henri Salvador, James Brown, <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:John+Mayer" class="bbli">John Mayer<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, Wisnik, Imogen Heap, Iron Maiden, Ozzy Osbourne, os latinos que a Nosphie apresentou&#8230;</p>
<p><strong>5. Qual o assunto que você mais gosta de postar?</strong><br />
Mesmo causo da música: vários. Ecologia, comportamento, internet, novas ferramentas, bom uso da rede, questões de gênero (de preferência feminino, que não sei nada do outro).</p>
<p><strong>6. Seaquinevasseceusavaesqui?</strong><br />
Sem dó nem piedade. Caía, levantava, e lá vinha eu, Consolação abaixo de esqui! Cuidem-se carros de Sampa. Se nevar, eu atropelo vocês mesmo! (Esta é pro <a href="http://oitopassos.com/" title="Oito Passos para o Conhecimento">Tonobohn</a>)</p>
<p><strong>7. Você é: casada, solteira, separada, enrolada, desquitada, chutada, viúva ou outros?</strong><br />
Separada e Solteira.</p>
<p><strong>8. Por que você deu este nome ao seu blog?</strong><br />
A culpa é do filme <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:184694/tags:Sob+o+Sol+da+Toscana" class="bbli">Sob o Sol da Toscana<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com/"></script>, como eu explico lá no <a href="http://www.ladybugbrazil.com/about/" title="Sobre">Sobre</a>. E eu adoro joaninhas desde sempre.</p>
<p><strong>9. Qual foi o ultimo blog que você visitou?</strong><br />
O <a href="http://blosque.com">Blosque</a> (o questionário peguei do GReader mesmo, no feed da Lu)</p>
<p><strong>10. Por que resolveu participar deste meme?</strong><br />
Adoro fazer entrevistas. Antes eu gostava mais de entrevistar. Agora aprendi a curtir a exposição que elas proporcionam. É muito divertido, depois que você passa pelos muitos apertos (e auto-entrevista é delícia).</p>
<p>Gostou da idéia? Entre na roda. Eu convoco o pessoal do <a href="http://blogdodesabafodemae.com.br" title="Blog do Desabafo de Mãe">Desabafo de Mãe</a> e do <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte" title="Faça a Sua parte">Faça a Sua Parte</a> e do <a href="http://www.goitaca.com" title="Goitaca">Goitacá</a>.</p>
<p>Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/02/entrevista-com-alexandre-lobao/' rel='bookmark' title='Entrevista com Alexandre Lobão'>Entrevista com Alexandre Lobão</a></li>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/' rel='bookmark' title='A primeira entrevista não é minha!'>A primeira entrevista não é minha!</a></li>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/07/meme-quatro-coisas/' rel='bookmark' title='meme: Quatro Coisas'>meme: Quatro Coisas</a></li>
</ol></p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2008/04/meme-entrevista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vai papel ou bite? E-book sai pela metade!</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2008/02/vai-papel-ou-bite-e-book-sai-pela-metade/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2008/02/vai-papel-ou-bite-e-book-sai-pela-metade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 04:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web/blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
		<category><![CDATA[papel]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/2008/02/06/vai-papel-ou-bite-e-book-sai-pela-metade/</guid>
		<description><![CDATA[Fui ver o post do Jorge Rocha, no Exu Caveira e dei de cara com o primeiro livro sobre jornalismo em séculos que me interessa de verdade: Daqui desse Lugar, do Vitor Menezes. Na página, encontro a seguinte informação: edição impressa, de R$ 36 por R$ 29,00. Edição eletrônica R$ 14,00&#8230; OPA! Entrei em contato [...]
Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2008/01/emissao-de-co2-em-sites/' rel='bookmark' title='Emissão de CO2 em sites'>Emissão de CO2 em sites</a></li>
</ol>

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lufreitas/1244970098/" title="Livraria Cultura - Conjunto Nacional by Lucia Freitas, on Flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1104/1244970098_b72f1c8d10_m.jpg" alt="Livraria Cultura - Conjunto Nacional" align="left" height="180" width="240" /></a>Fui ver o post do Jorge Rocha, <a href="http://www.verbeat.org/blogs/exu/2008/01/no_seu_devido_lugar.html" title="Exu Caveira Cover - O Jornalismo morreu" id="kqq_">no Exu Caveira</a> e dei de cara com o primeiro livro sobre jornalismo em séculos que me interessa de verdade: Daqui desse Lugar, do Vitor Menezes. Na página, encontro a seguinte informação: edição impressa, de R$ 36 por R$ 29,00. Edição eletrônica R$ 14,00&#8230; OPA!<br />
Entrei em contato com a e-paper, a editora responsável, na mesma hora. Show de bola esta história de edição eletrônica. Tem tudo a ver com o <a href="http://www.verbeat.org/blogs/facaasuaparte/2008/01/httpwww50grausorgindexphp20080.html" title="a questão do papel, do jornal à impressora" id="rldd">post que deixei lá no Faça a sua Parte</a>, sobre parar de usar papel para difundir informação, principalmente os jornais impressos e gratuitos que acabam (na Inglaterra e aqui também) por servir como entupidor de bueiro.<br />
Para minha surpresa, recebi bem rápido uma resposta da <a href="http://www.e-papers.com.br" title="E-Paper" id="zqa7">E-Paper</a>. Veja as respostas de Ana Cláudia Ribeiro às perguntas da Joaninha:<br />
<strong>1. Eu não vejo esta prática em lugar algum no Brasil. Por que? Qual a vantagem da edição eletrônica? </strong><br />
Eu ofereço as duas versões (impressa e eletrônica). Da maneira que a E-papers trabalha (que eu considero<br />
sui-generis) a versão eletrônica é um fac-símile da versão impressa:<br />
diagramação, numeração de páginas, etc. Fazer desse jeito custa $,<br />
então talvez alguns não achem interessante. Eu cobro pelo versão<br />
eletrônica, em geral, a metade do preço do impresso, para encorajar os<br />
usuários principalmente. Essa versão tem alguns custos, principalmente<br />
o que os economistas chama de &#8220;custos de transação&#8221;, mas o fato de<br />
dispensar a impressão possibilita que seja mais barata. E mais<br />
ecológica, claro.<br />
Como vantagens (sempre pensando em termos de Brasil) eu lembro que<br />
a entrega é muito mais rápida e não se cobra frete, o que pode ser<br />
complicado no interior.  Também possibilita busca por palavra-chave no<br />
conteúdo, que ajuda muito nas pesquisas.  E é bem  mais fácil de<br />
carregar na mudança <img src='http://ladybugbrazil.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>2. Tem alguma desvantagem para vocês como editora? </strong><br />
A desvantagem, claro, está relacionada à pirataria. Acho eu que<br />
isso também desencoraja as editoras grandes. Mas pensando que se tiram<br />
milhares de cópias xerox nas universidades, eu diria que a impressa<br />
também sofre com este mal.</p>
<p><strong>3. E para o autor (quais as vantagens/desvantagens)? </strong><br />
O autor, em geral, recebe o mesmo valor para as duas versões,<br />
então não vejo diferenças. Ele pode inclusive citar o livro em sala de<br />
aula, que o aluno vai encontrar direitinho a citação no eletrônico.</p>
<p><strong>4.A implantação deste sistema foi custosa? </strong><br />
Do jeito que ele está hoje, sim. O sistema que usamos aqui é todo nosso, diferente de outros, e levou alguns anos sendo<br />
aperfeiçoado. Vamos lançar, breve, um novo sistema que vai permitir que<br />
as bibliotecas também comprem eletrônicos (hoje isso não é possível).</p>
<p><strong>5. Quais as resistências que vocês enfrentam? (tendo a acreditar que toda inovação sofre resistência&#8230;)</strong><br />
No início, muitas. O eletrônico era quase experimental, somente<br />
os mais ousados adquiriam. Os autores, também, era mais resistentes,<br />
tinham medo da cópia. Hoje, como estamos mais conhecidos, e mais gente<br />
usa, tem alguns livros que vendem 70% eletrônico e 30% somente de<br />
impresso. Tenho pouquíssimos autores hoje que não oferecem eletrônicos<br />
como opção de venda. Eles também perceberam que cópia por cópia, tanto<br />
faz ser xerox ou pen-drive&#8230; E o preço mais baixo do eletrônico<br />
elimina a desculpa padrão do aluno para a cópia: &#8220;o livro é caro&#8221;.<br />
Fica a dica &#8211; do <a href="http://www.e-papers.com.br/produtos.asp?codigo_produto=1341" title="Aqui deste lugar" id="ohmr">livro</a> e da editora. Aliás, um passarinho me contou que tem um blogueiro no meu blogroll que vai lançar livro pela E-Paper. Alguém arrisca um palpite?</p>
<p>Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2008/01/emissao-de-co2-em-sites/' rel='bookmark' title='Emissão de CO2 em sites'>Emissão de CO2 em sites</a></li>
</ol></p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2008/02/vai-papel-ou-bite-e-book-sai-pela-metade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Via6 e as &quot;questões de usabilidade&quot;</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2007/08/via6-e-as-questoes-de-usabilidade/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2007/08/via6-e-as-questoes-de-usabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 21:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redesocial]]></category>
		<category><![CDATA[via6]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/2007/08/31/via6-e-as-questoes-de-usabilidade/</guid>
		<description><![CDATA[Redes sociais (LinkedIn, Facebook, MySpaces) são bacanas por natureza, certo? Nem sempre.Às vezes, as redes sociais fazem spam. Aconteceu comigo – que me considero “macaca velha” &#8211; quando alguém me mandou o Tagged. Apesar de todos os sensores de alerta apitando, lá fui eu, pulando telas e mais telas e mandei convite para toda a [...]
Sem posts relacionados.

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redes sociais (LinkedIn, Facebook, MySpaces) são bacanas por natureza, certo? Nem sempre.<br />Às vezes, as redes sociais fazem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spam">spam</a>. Aconteceu comigo – que me considero “macaca velha” &#8211; quando alguém me mandou o Tagged. Apesar de todos os sensores de alerta apitando, lá fui eu, pulando telas e mais telas e mandei convite para toda a minha lista (ainda bem que era do hotmail, que não uso). Confesso: nunca mais.<br />Eu participo de uma rede brasileira, chamada <a href="http://www.via6.com.br/">Via6</a> desde&#8230; não lembro. Acho que encontrei no começo do ano. Achei bacana pela semelhança com o LinkedIn. Hoje, o Via6 tem 169.989 usuários cadastrados (segundo a home). E uma promoção para quem levar mais usuários, com prêmios para os 90 top-convidadores (vale-compras do Submarino com valores entre R$ 100 e R$ 30).<br />O Renato Shirakashi (Tecnologia e Produtos) e o Allan Panossian (Interface e desenvolvimento), ambos do Via6, serão nossos entrevistados de hoje. A razão? Esta semana, enquanto estávamos fervendo por conta do <a href="http://www.blogcamp.com.br/">BlogCamp </a>(onde os dois estiveram), rolou polêmica sobre o serviço no Radinho. O sistema do site enviou mensagens para TODOS os contatos de alguns radianos – inclusive para o Radinho e a Blogosfera! Isso é Spam, a coisa mais odiável que existe na web.<br />Convidei o Allan e o Renato e eles toparam o desafio de responder às perguntas (por e-mail e IM). Além das minhas questões, há colocações que surgiram no Radinho, e perguntas de alguns radianos (devidamente identificados).</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Ladybug Brasil &#8211; Por que vocês estão fazendo tantas promoções e tentando conquistar mais usuários? </span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- A conquista de usuários é para nós, um dos maiores objetivos. Confiamos bastante nos ganhos que nosso sistema pode proporcionar aos usuários e estamos trabalhando para, além de melhorá-lo, fazer com que novas pessoas possam conhecê-lo – e se torne mais relevante. Para um sistema de colaboração ser eficiente, ele precisa ter uma boa base de usuários.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Eduardo Rodrigues &#8211; Achei a ferramenta de cadastro confusa, assim como uma parte do site em si. (&#8230;) me aborreci de verdade quando os convites foram enviados uma segunda vez, que foi a que deu início a toda essa discussão no radinho. Isso realmente não entendi.</span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- Existia um reenvio de convites mensal e único, que podia ser desativado na própria página de convites.<br />O fato de ser reenviado por padrão é um dos erros no cadastro. Este reenvio automático foi implementado por sugestão dos próprios usuários, e por ter trazido transtornos <span style="font-weight:bold;">já foi desativada</span> (grifo da blogueira). Achamos que houve um erro de decisão ao trazer tal funcionalidade, mesmo quando se considera que diversos outros serviços, como LinkedIn, também tomaram tal decisão com sucesso.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);"><a href="http://crashtester.org/">Jess Carrasco</a> explicou, no Radinho, o passo-a-passo do convite.</span><br />1 &#8211; &#8220;Veja quem você já conhece na Via6&#8243; &#8211; Pede usuário e senha<br />2 &#8211; &#8221; Importando contatos. Por favor, aguarde. (este processo pode levar alguns minutos)&#8221;<br />3 &#8211; &#8220;Selecione os usuários que serão adicionados aos seus contatos:&#8221;<br />Lista todo mundo que ele achou que já está no via6. Abaixo, lista quem não está no via6 com o nome e e-mail.<br />Aparecem os botões &#8220;adicionar&#8221; e &#8220;ignorar&#8221;.<br /><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Eu (Lucia) juro que não entendi: adicionar significa convidar pro Via6????</span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- &#8220;Adicionar&#8221; significa adicionar os contatos selecionados. Se o usuário já está na Via6, adiciona como contato. Se não está, e foi selecionado na lista, é enviado convite. Novamente, estamos trabalhando em uma nova interface em que isso fique claro. &#8220;Ignorar e ir para a próxima etapa&#8221; significa pular essa etapa sem fazer nada.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">O <a href="http://www.usina.com/">René de Paula Jr.</a> fez colocações que gostaria que vocês respondessem:</span><br /><span style="font-style:italic;">- softwares deveriam proteger o usuário de decisões estúpidas.   Isso é básico e faz parte daquelas perguntelhas &#8220;você quer mesmo esvaziar a lixeira? Isso é irreversível&#8221;.<br /></span><span style="font-style:italic;">- os radianos que cometeram esse descuido não são idiotas.   Se mesmo gente esperta cometeu essa gafe, o sistema foi desenhado para QI acima de quanto?<br /></span><span style="font-style:italic;">- e, talvez o mais importante pra mim: convencer alguém a adotar mais um serviço (seja o que for), alguém cujo dia só tem 24h e alguém que já está pela tampa de ser convidado a cada 2h, é algo delicado. Se houver um atritinho que seja (nesse caso o bode com esses convites massivos e impessoais com um nome de motel de segunda), é um tiro no pé sem volta, mesmo que o serviço seja excelente e eu esteja perdendo a oportunidade da minha vida.</span><br /><span style="font-weight:bold;color:rgb(102, 102, 204);">Via6 </span>- René,<br />Esperamos que o problema não tenha sido um tiro no pé irreversível, como você pontuou. De imediato, já realizamos algumas mudanças na página de convite. Os contatos importados da lista de e-mail já não estão selecionados por padrão e o texto de convite está um pouco mais claro. Iremos entregar até o deadline, <span style="font-weight:bold;">6 de setembro</span>, um sistema mais simples de convite em ajax e com passo-a-passo. Gostaríamos do feedback de todos.<br />O Via6 é um site diferente em comparação a outras redes sociais. O foco principal da nossa comunidade é o conteúdo validado por pessoas. Nosso público-alvo são todos os usuários de internet que buscam informação. Um dos objetivos do Via6 é agregar esses conteúdos dispersos na rede e, a partir da interação dos usuários, fazer um rankeamento por relevância e aí sim sugeri-lo.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Eduardo Giansante &#8211; Via6, pra vocês, como se estabelece um relacionamento? Como vocês fazem para ganhar a confiança dos usuários?</span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- Um relacionamento de confiança é bidirecional. No nosso caso, a relação começa quando o usuário ouve falar do site. Se esse primeiro relacionamento é positivo, podemos conquistar mais um  usuário e aí então o relacionamento é testado a cada interação com a ferramenta. Se em alguma dessas etapas houver uma experiência  negativa, temos problemas.<br />Confiança não é algo que podemos forçar. O problema com os convites nos alertou para a necessidade de um maior cuidado. Recentemente nomeamos um Ombudsman (Allan Panossian) que está cuidando de toda a comunicação da Via6 com os meios digitais, sejam usuários, fóruns, listas de discussão, blogs e outros meios, com o objetivo de evitar e esclarecer possíveis problemas, captar sugestões, esclarecer dúvidas e realizar parcerias.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Eduardo Giansante &#8211; Como  vocês pretendem inverter essa situação? Vocês pretendem inverter essa situação?</span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- Entendemos que a má percepção do serviço refere-se diretamente ao problema do cadastro. Temos, em geral, a percepção contrária dos usuários que se cadastraram e realmente usam a ferramenta. Por isso, a melhor maneira de invertemos essa situação &#8211; que realmente vemos como difícil de ser invertida, mas não impossível &#8211; é através de nosso próprio serviço. Muita gente tão exigente quanto os membros de tais listas tem nos dado um ótimo feedback.<br />Resta-nos, então, corrigir erros, nos aproximar desse tipo de discussão, como estamos fazendo agora, e esperar que o próprio serviço, com suas vantagens, consiga trazer um crescimento orgânico, com o tempo, possa aliviar ou acabar com essa má impressão.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Ladybug Brasil: E o atendimento ao cliente? O Eduardo Giansante recebeu uma resposta automática, que simplesmente explicava o procedimento de envio e nem se desculpava</span><span style="color:rgb(204, 102, 204);">.</span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- Recebemos por dia muitas mensagens de contato. Temos uma pessoa que cuida desses contatos pessoalmente (Mariane Gattei), mas como o volume é extremamente alto, em muitas situações a resposta é semi-automática.<br />Com a nova Via6 (lançada em Julho), montamos um sistema de respostas a usuários um pouco mais eficiente, com direcionamento às equipes responsáveis.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"></span><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">Ladybug Brasil &#8211; Vocês sabem qual é a taxa de rejeição ao Via6? Como medem a satisfação dos usuários?</span><br /><span style="font-weight:bold;"><span style="color:rgb(102, 102, 204);">Via6</span> </span>- Temos alguns dados que podem levar a conclusões sobre a taxa de rejeição/aceitação da Via6. Por exemplo, temos 40% de usuários ativos (que se logaram e navegaram nos últimos 30 dias) e a taxa de aceitação do convite é em média de 5%.<br />Atualmente estamos com uma média de 2000 cadastros diários.<br />Medimos a satisfação dos usuários de diversas maneiras. Uma delas é o próprio sistema de contato, no qual temos uma pessoa (Mariane Gattei) dedicada integralmente a ele. Além disso, dentro da própria Via6, temos uma relação constante com os usuários, com a qual também é possível medir o grau de satisfação. Criamos comunidades restritas para conversar com os principais usuários, onde eles nos enviam feedbacks, dúvidas e sugestões. Muitas funcionalidades da Via6 nasceram de lá.<br />Para completar, realizamos enquetes para determinar funcionalidades que usuários estão necessitando e ouví-los em diversos comentários. Na última que promovemos, tivemos mais de 1500 sugestões.<br />Outra métrica importante é a taxa de retorno do site, qual a porcentagem de usuários ativos que temos efetivamente na Via6.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(102, 102, 204);">Via6 </span><span style="color:rgb(102, 102, 204);">- </span><span style="font-weight:bold;color:rgb(102, 102, 204);">Considerações Finais</span><br />Estamos convencidos de que os problemas existem e precisam de soluções. Trabalharemos duro nos próximos dias para corrigir erros de usabilidade no cadastro, convite e outras páginas com o intuito de não confundir o usuário.<br />Nomeamos, também um Ombudsman (<a href="http://www.via6.com/allanpk">Allan Panossian</a>) que cuidará de toda a comunicação da Via6 com os meios digitais, sejam usuários, fóruns, listas de discussão, blogs, etc. Com o objetivo de evitar e esclarecer possíveis problemas, captar sugestões, esclarecer dúvidas e realizar parcerias. A discussão no Radinho foi muito construtiva para nós, esperamos poder contar sempre com feedback dos usuários e comunidades.</p>
<p><span style="font-weight:bold;color:rgb(204, 102, 204);">[update] </span>O <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/">Fábio Seixas</a> resumiu tudo no <a href="http://twitter.com/fseixas">Twitter</a>: <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/08/o_sac_como_marketing.html">SAC É MARKETING</a> (post dele, leiam, leiam). Eu ia mudar o título, mas tem gente que já linkou&#8230; fica no pé.</p>
<p>Sem posts relacionados.</p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2007/08/via6-e-as-questoes-de-usabilidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>16</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Alexandre Lobão</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2007/02/entrevista-com-alexandre-lobao/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2007/02/entrevista-com-alexandre-lobao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2007 01:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[AlexandreLobão]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/2007/02/23/entrevista-com-alexandre-lobao/</guid>
		<description><![CDATA[Quem? Alexandre Lobão, escritor e roteirista, 37 anos. Tem mais de 11 livros publicados. Encontrei-o fuçando no site de um designer, o Christian Pinkovai. Gostei do site que haviam criado para o lançamento do novo livro, O Nome da Águia, segui a trilha de pãezinhos e cheguei até ele. Fiquei impressionada com a variedade da [...]
Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/' rel='bookmark' title='A primeira entrevista não é minha!'>A primeira entrevista não é minha!</a></li>
</ol>

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_wi5vc1ocVuE/Rd55_m5P9DI/AAAAAAAAAog/Wb9FvQ_vAww/s1600-h/alexandrelobao.jpg"><img src="http://bp1.blogger.com/_wi5vc1ocVuE/Rd55_m5P9DI/AAAAAAAAAog/Wb9FvQ_vAww/s320/alexandrelobao.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" border="0" /></a>Quem? Alexandre Lobão, escritor e roteirista, 37 anos. Tem mais de 11 livros publicados. Encontrei-o fuçando no site de um designer, o <a href="http://www.christianpinkovai.com/" target="_blank">Christian Pinkovai</a>. Gostei do site que haviam<br />
criado para o lançamento do novo livro, <a href="http://www.onomedaaguia.com/" target="_blank">O Nome da Águia</a>, segui a trilha de pãezinhos e cheguei até ele. Fiquei impressionada com a variedade da produção e, claro, com o meu desconhecimento. Mandei e-mail pelo formulário on-line e o moço respondeu rapidamente, como deve ser. Concordo, eu tinha pedido entrevista. Olhem só o nosso bate-papo:</p>
<p><span style="font-weight: bold"><span style="color: #cc66cc">LBB:</span> </span>Percebi que você tem muitos livros publicados. São 11, se incluirmos as coletâneas. O que me surpreendeu é que alguns são técnicos. Você ainda vai escrever nesta área ou só ficção?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Por enquanto cansei de livros técnicos.  Dão muito trabalho, nem sempre prazeroso, e sempre aparece alguém com um ponto de vista diferente para criticar o conteúdo.  Já os livros de ficção, dão um trabalho imenso (muita pesquisa!) mas prazeroso, e, no fim, as pessoas podem gostar ou não, mas com certeza ninguém vai dizer: &#8220;você está errado!&#8221;.   <img src='http://ladybugbrazil.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">LBB:</span> E os lançamentos? Você está fora do circuito das grandes editoras?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Este ano espero ter pelo menos um livro (O Nome da Águia) publicado por uma<br />
grande editora.  Quando estiver tudo certo, com certeza vou divulgar.  Além disso, tenho outros dois livros (um infantil e um infanto-juvenil) que deverão sair por editoras menores.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">LBB:</span> Livros esgotados, à espera de editoras, bem comentados por outros escritores&#8230;quer falar um pouco sobre isso?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Sem editora, mesmo, só tenho um livro atualmente: o &#8220;Amar é Simples e Necessário&#8221;, cujo original foi bem comentado por diversos autores, inclusive pela Lia Luft &#8211; de quem tirei uma frase para colocar na capa do livro.  O &#8220;Caixa de Pandora&#8221; teve muita repercussão também, recebendo alguns elogios de grandes escritores que me comoveram, principalmente porque me confessaram que não esperavam grande coisa quando começaram a ler! O problema de se trabalhar com editoras menores é que você nunca tem certeza se os livros realmente vão sair!  Então, posso ter mais dois livros &#8220;sem casa&#8221; e não saber &#8211; sou que nem São Tomé:  só acredito que a editora vai publicar quando tenho o exemplar na mão!</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">LBB: </span>Por que colocar seus livros na internet?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Vejo a internet como uma ferramenta complementar ao trabalho impresso &#8211; um não pode viver sem o outro hoje em dia! Meu plano, na verdade, é expandir meu site aos poucos e colocar mais material na internet.  A idéia principal é divulgar o meu trabalho para poder vendê-lo &#8220;no papel&#8221;, porque todo autor se regozija por ter muitos leitores (o que a internet oferece, com uma certa facilidade), mas precisa vender para poder comer!  <img src='http://ladybugbrazil.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />    Hoje tenho apenas alguns trechos de histórias e alguns roteiros completos no site. Minha expectativa é que ainda este ano possamos colocar histórias em quadrinhos completas &#8211; com a opção de comprar o conjunto de histórias em CD ou impresso; criar uma seção para escritores, com artigos, dicas e oficinas; e talvez publicar trechos de &#8220;As Incríveis Memórias de Samael Duncan, o romance em que estou trabalhando agora. Já para o site de &#8220;O Nome da Águia&#8221; a idéia é que ele &#8220;crie vida&#8221; quando o livro forlançado:  a cada semana serão apresentadas fotografias de lugares visitados pelos personagens, curiosidades sobre fatos relatados no livro, e links para o Google Earth onde o leitor possa visitar &#8211; mesmo que virtualmente &#8211; os locais do livro.   A idéia é que o site amplie a experiência de quem ler o livro!<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc"><br />
LBB:</span> Você também faz roteiros para quadrinhos. Quais são suas influências, inspirações&#8230;<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Comecei a ler com 6 anos, e devorei a biblioteca da minha casa &#8211; muitas e muitas dezenas de livros &#8211; antes dos 10, começando com histórias infantis (uma coleção de quase 100 livros) e terminando com os clássicos da literatura universal como os livros de Alexandre Dumas, Mark Twain, Júlio Verne e outros.<br />
Aos 11, conheci os quadrinhos, começando por super-heróis da Marvel e continuando, nos próximos anos, com quadrinhos de diversas nacionalidades (principalmente da Europa), passando, é claro, pelos famigerados &#8220;underground&#8221; americanos e muitos e muitos fanzines brasileiros.Para escrever quadrinhos, normalmente busco minhas inspirações fora da área de quadrinhos, principalmente na literatura e cinema.  Mas como quadrinhos são uma arte à parte, ainda incompreendida no Brasil, tem muita coisa que você precisa aprender e &#8220;beber&#8221; da própria fonte, com roteiristas como Neil Gaiman, Alan Moore, Clive Barker e Michael Straczynski.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc"><br />
LBB: </span>A estratégia de convidar desenhistas para o projeto na web funciona?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Sinceramente?  Funciona, mas muito pouco.  Não adianta só colocar o site no ar com o pedido, isso é comocolocar um anúncio na lista telefônica e não fazer propaganda.  Com um agravante: o de que existem muito mais anúncios na internet e não há um catálogo organizado!  O que realmente dá retorno é participar de listas de discussão sobre quadrinhos, e o contato com outros profissionais do ramo. Há muitas listas de discussão para curiosos e profissionais, em diversos sites como o Yahoo ou MSN.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc"><br />
LBB:</span> Você pode indicar uma lista que seja bacana para quem gosta de quadrinhos?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span>  Quem gosta de quadrinhos, genericamente, deve começar consultando os sites do <a href="http://www.universohq.com/" target="_blank">Universo HQ</a>, do <a href="http://www.bigorna.net/" target="_blank">Bigorna </a>e do <a href="http://www.omelete.com.br/" target="_blank">Omelete</a>.  Para quem gosta ou quiser conhecer quadrinhos Brasileiros,  há diversos sites de autores, um bom local para começar é ir ao site do <a href="http://www.leonardosantana.com.br/" target="_blank">Leonardo Santana</a> e passear pelos links da página de &#8220;Blog&#8221;.  Grupos, há muitos; eu participo do <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/ahqb" target="_blank">AHQB</a>, <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/canalbrado" target="_blank">Canal Brado</a> (da revista &#8220;Brado Retumbante&#8221;), <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/EuroQuadrinhos" target="_blank">EuroQuadrinhos </a>(comentários sobre, é claro, quadrinhos europeus), <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/Quadrinhos_profissionais" target="_blank">Quadrinhos Profissionais </a><a href="http://br.groups.yahoo.com/group/quadrinhosBR" target="_blank">e Quadrinhos BR</a>.  Mas nestes grupos se conversa, principalmente, sobre criação de quadrinhos.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc"><br />
LBB:</span> Como você divulga o site? Tem muitas visitas?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Atualmente não tenho divulgado muito o site, principalmente porque estou esperando a definição da data de lançamento de &#8220;O Nome da Águia&#8221; para começar com uma divulgação mais pesada.  Participo de muitas listas de discussão de autores e leitores, e pretendo começar a divulgação por aí.  Já cheguei a ter 661 visitantes em um dia, mas a média é de cerca de 20 visitas diárias.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc"><br />
LBB:</span> Você também faz cinema. Seu currículo tem curta, longa e animação. E ainda por cima se propõe a fazer roteiros on demand para clientes. Funciona?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span> Eu já me acostumei a escrever &#8220;sob demanda&#8221;. Todos os roteiros do site foram escritos assim.  Quando alguém procura um trabalho, &#8220;sentamos&#8221; (às vezes virtualmente) juntos e trocamos idéias sobre o que a pessoa espera. Escrevo então de três a cinco sinopses, bem curtas, sobre as idéias, e a pessoa escolhe uma delas.  Amplio então a sinopse para algumas páginas, e a pessoa aprova ou dá suas sugestões, e assim seguimos até chegar a algo que agrade totalmente o &#8220;cliente&#8221;.  Depois, incluo os detalhes da trama.  Basicamente, é um trabalho de &#8220;ghost writting&#8221;, que funciona tanto para roteiros de cinema e quadrinhos quanto para contos e livros &#8211; o que faz a diferença é justamente a capacidade de entender o que o &#8220;cliente&#8221; quer e conseguir captar as idéias subentendidas, estruturando-as no papel.<br />
Claro que isso funciona muito melhor quando é possível sentar fisicamente ao lado da pessoa interessada no roteiro ou história, pois nada substitui a troca de informações &#8220;ao vivo&#8221;.  Meus roteiros de cinema mais recentes não estão ainda no site, pois pode ser que sejam produzidos, o que tenho publicado no site são roteiros antigos, que ficaram &#8220;sem dono&#8221; por diversos motivos.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc"><br />
LBB:  </span>O que deseja do público?<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Alexandre:</span>  Descubram os autores brasileiros!  Ao escolher um presente, surpreenda-se  comprando algo que vai além dos apelos da moda!  <img src='http://ladybugbrazil.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/' rel='bookmark' title='A primeira entrevista não é minha!'>A primeira entrevista não é minha!</a></li>
</ol></p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2007/02/entrevista-com-alexandre-lobao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A primeira entrevista não é minha!</title>
		<link>http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/</link>
		<comments>http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Feb 2007 15:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[comedia ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[standup]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ladybugbrazil.com/2007/02/17/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/</guid>
		<description><![CDATA[Desde o começo do blog quero colocar entrevistas no ar. A primeira, com Marcio Ribeiro, tive de pegar emprestada da Mari, do Poucas e Boas. Vou explicar: sou amiga do Megatom há quase dez anos. É um amigo mais que querido &#8211; não há objetividade que resista. A Mariana Valadares, lá de Rio Claro fez [...]
Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/01/primeira-vida/' rel='bookmark' title='Primeira vida'>Primeira vida</a></li>
</ol>

Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o começo do blog quero colocar entrevistas no ar. A primeira, com Marcio Ribeiro, tive de pegar emprestada da Mari, do Poucas e Boas. Vou explicar: sou amiga do Megatom há quase dez anos. É um amigo mais que querido &#8211; não há objetividade que resista. A Mariana Valadares, lá de Rio Claro fez a entrevista e eu dei uma &#8220;editada&#8221;.<br />
Divirtam-se, me contem o que acham, leiam a <a href="http://www.poucaseboasdamari.blogspot.com/">íntegra</a>, assistam ao show do Márcio no <a href="http://comediaaovivo.blogspot.com/">Comedia ao Vivo</a>.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Como criou o Comédia ao Vivo?</span><br />
A idéia foi do Danilo Gentili. Eu sou taurino e demoro para fazer as coisas (rs). Fundei o Comédia junto com o Fábio Rabin e convidamos o Luiz França e a Dani Calabresa. A idéia é fazer uma noite de humor gostosa. Acertamos no bar (ao Vivo) e no dia &#8211; segunda-feira não tem nenhum lugar para ir.<br />
Fazemos esse tipo de humor meio desconhecido, que chamamos de humor do dia-a-dia, o tal “stand-up”. Acho essa história de &#8220;Stand-up&#8221; meio elitizada. Fazemos o chamado humor inteligente, que sai do dia-a-dia, da observação. A gente faz caricatura do que vê. Não tem piadas antigas, bordões, nada, é um humor que a moçada gosta.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Qual a graça do stand-up para o público?</span><br />
Por que eles gostam desse tipo de humor? Porque gostam de ver os outros se ferrarem. É engraçado ver os outros se darem mal.<br />
O stand-up tem algumas regrinhas básicas: só gordo fala de gordo, só japonês fala de japonês, só negro fala de negro. Nós, às vezes, damos uma extrapolada nisso, mas procuramos manter. Basicamente, falamos de nós mesmos. Tem o Luiz, que fala que sai com mulher feia, eu que falo que não saio mais com mulher, que ninguém se arruma para sair com isso e depois dos infartos ficou bem pior a coisa. (rs) Quer dizer, o público vê você se sacaneando e gosta muito.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Isso daria certo na TV brasileira?</span><br />
Difícil! Na TV ainda tem aquele formato do Jô Soares, Max Nunes e Chico Anísio, que é o bordão e pronto. No Comédia ao Vivo é diferente. Nós temos um convidado por semana e ele faz o que quiser – pode até ficar sem roupa, ou seja, não precisa fazer stand-up. O Robson Nunes já apresentou o Mano Bráulio, que é um personagem, imitação do Mano Brown. Nós somos um pouco mais maleáveis nesse sentido, o convidado fazendo o que quiser e a gente mais livre no palco.<br />
As pessoas lembram de você por causa do X-Tudo (TV Cultura). Isso atrapalha? Já achei que atrapalhasse, mas não é assim. Eu não posso negar, até brinco no quadro do “Comédia”. Foi um sucesso&#8230; Tenho umas histórias&#8230; Estava em Olinda, daí eu ouvi um menininho falar: “Mainha, é o gordo do X-Tudo.” (rs) Porra, cara! Eu estava a milhares de quilômetros da minha casa, chorei. É uma coisa que você fica, né? Fui para Nova Iorque uma vez, encontrei uns brasileiros e os caras quiseram tirar foto comigo. Um dia fomos fazer uma matéria na Disney, estava eu e a diretora. Na hora de ir embora encontramos um menino que ficou: “olha o cara do X-Tudo” e a mãe dele falou para a gente: “ele ficou mais contente de ver você, que o Pateta”. (rs)<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Isto é gratificante, né?</span><br />
Pô! Uma vez estava jantando em um restaurante eu e o Cássio Scapin, que fez o Nino do “Castelo Rá Tim Bum”, tinha um menino olhando para gente com cara de “olha o Pateta e o Mickey.” (rs) Tem isso, não dá para negar. Com certeza não atrapalha, é sempre carinhoso. No “Comédia” é outra história, é humor, é baixaria.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Você levou a sua carreira para a comédia? Ou foi algo natural?</span><br />
Foi natural. Eu sou palhaço desde pequeno. (rs) Quando eu fazia teste, falava: &#8220;O teste aqui é de gordo ou de engraçado?&#8221; Acabei fazendo muita coisa séria, mas só me viram com esse lado de comédia e eu gosto muito. A cabeça já está treinada para pensar em comédia. Vai tentar escrever um texto desses. Para mim é tão natural, a gente tem que fazer com que seja natural, parece que é feito na hora. As pessoas diziam ao Nelson Rodrigues &#8211; não querendo me comparar a ele -: “Seus textos são muito simples” e ele: “só eu sei o trabalho que eu tenho para deixá-los assim”. (rs)<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Quais as novidades para 2007?</span><br />
Eu estou escrevendo o meu próximo projeto, é um show solo&#8230; Como é mesmo o nome do show? Eu sempre esqueço&#8230; (rs) Acho que é “Venha enquanto durar”, uma coisa assim. (rs). É um cara que teve infarto, parou de beber, parou de fumar, parou de sair com mulher. (rs) Lastimável. Será um show de meia hora, uma hora só de stand-up. Quero fazer em  vários lugares. E tem o &#8220;Comédia ao Vivo&#8221;.<br />
<span style="font-weight: bold; color: #cc66cc">Uma mensagem para encerrar.</span><br />
Uma frase que eu ouvi, muito bacana, não sei de onde é: &#8220;Tudo aquilo a que você dá atenção, cresce.&#8221; Se você não dá atenção para a sua vida, ela não cresce.</p>
<p>Posts relacionados<ol>
<li><a href='http://ladybugbrazil.com/2007/01/primeira-vida/' rel='bookmark' title='Primeira vida'>Primeira vida</a></li>
</ol></p>
<p>Related posts brought to you by <a href='http://yarpp.org'>Yet Another Related Posts Plugin</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ladybugbrazil.com/2007/02/a-primeira-entrevista-nao-e-minha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

