Lindo o post da xará sobre a rave das jamantas. Inspira a cuidar bem do mar.
Daniel Duende, sempre maravilhoso, achou o programa que o ilustríssimo Gilmar Mendes mandou tirar do ar. Está no YouTube para quem quiser ver. Aviso: se o senhor não quiser que a gente veja o vídeo, agora é que a gente vai ver. Entendeu?
Direto do grupo Deusas, quando era para ser através do Reader, vem a prova incontestável de que a humanidade tem salvação, sim, e ela está em pequenos gestos quase anônimos. Leia o post de Layla e entenda a razão de minhas palavras.
Sensacional o questionamento que a Lili Ferrari, nossa luluzinhamaster linda fez sobre a sexualidade das crianças no blog Mães com Filhos.
Só vi agora, mas é tão sensacional que eu vou contar para vocês: O Prêmio Sergio Motta organizou, durante o mês de março, a exposição Automale. Está no Flickr (e é linda…). Com curadoria da fotógrafa Helga Stein, que tradicionalmente trabalha com auto-retratos, a mostra traz uma seleção de imagens pertencentes a 10 fotógrafos cujo trabalho a artista conheceu pelo Flickr. A idéia é contar e desconstruir uma história através de 10 auto-retratos de 10 fotógrafos diferentes, todos homens, que exploram suas próprias imagens ao longo de suas produções. Tanto de maneira mais intensa, como no caso do Simon Pais-Thomas e Davide Poggi, ou de forma mais sutil como no caso de Jeff Roques, Merkley e Diego Lema.Dessa maneira, a relação com o corpo e as diversas maneiras de se mostrar o gênero masculino são apresentadas através de uma seleção feita pelo olhar da mulher e fotógrafa.
E a Taís Vinhas manda muito bem ao questionar a reciclagem. O primeiro passo é reduzir! Lá no post já tem diversas ótimas dicas para fazer isso em ações simples, muito simples.
O Jânio fez um lindo post, lá na PortoFácil sobre como escolher seu provedor de hospedagem. Recomendo a leitura atenta a quem quer que esteja em busca de serviço. Orientação de primeira, com todas as dicas que você vai precisar para tomar uma boa decisão. A recomendação da Joaninha? Vocês já sabem: PortoFácil ou ViaHospedagem (depende do caso).
Céus, abuso não tem limite, nunca? Alguém pirateou as camisetas bacanérrimas que a galera do Jornal de Debates fez para a CampusParty… As bichinhas estão à solta na 25 de março (eixão da pirataria em Sampa). Se por um lado eu fico brava, porque as camisetas do JD são super bem-feitas e sustentam a produção colaborativa do projeto, por outro há um quê de orgulho: é a nerdice aguda da gente se espalhando pelo populacho. Seja como for o recado é: comprem a versão original de fábrica.
Para solicitar sua camiseta, envie um e-mail para camisetas [@]jornaldedebates.com.br com seu nome completo, modelo(s) e tamanho(s) desejado(s), e aguarde a resposta com instruções para pagamento e recebimento.
E a linda reflexão do Cris Dias sobre seguir/ser seguido no Twitter rendeu uma montanha de assunto esta semana. Joaninha assina embaixo, com uma ressalva: o que você faz quando sua comunidade (no meu caso LuluzinhaCamp) começa a crescer e a galera te segue? Eu passei pro group twitter e estou tentando operacionalizar por lá. O detalhe: é complexo e delicado – pra não falar no consumo de tempo. E, para completar, é maravilhosa a resposta do MarcoGomes.
Descoberta da Gabi Bianco, publicada no blog da Dudinka: Omegele, um sistema seguro para conversar com estranhos… ÔÔÔ… farra no fim de semana? Nah, vou levar minha amiga americana para conhecer o centrão de Sampa.
Sensacional o artigo da Ana Clara Senamo sobre o Opt-Out (no Webinsider) de gente bem sucedida em empresas. Uma reflexão muito bem construída e pertinente sobre o trabalho nos dias de hoje. Ah, se todos fossem como o Google…
Dica do amigo Waldow, lá de Porto Alegre: acontecerá, entre 13 e 15 de abril a 2ª Conferência Internacional de Tecnologia Social, em Brasília. As discussões giram em torno das relações entre ciência e democracia, as novas oportunidades abertas às Tecnologias Sociais diante da crise econômica mundial e a necessidade de aproximar o conhecimento científico dos saberes populares. Os idiomas oficiais da Conferência serão português, inglês e espanhol. Durante o evento, estarão à disposição dos/as participantes equipamentos de tradução simultânea. A inscrição custa R$ 70.
A comparação que o Jorge fez, no Escriba, sobre o recado do Greenpeace para os manda-chuvas no G-20 lembra que a gente precisa olhar um pouco mais longe e mais profundamente antes de reclamar. Eu sinto que, neste país onde a gente vive, o processo de reclamação está bem mal direcionado. Em vez de pressionar os manda-chuvas de plantão por mais qualidade no que são nossos direitos – transporte público, saúde, educação e respeito à Constituição (eles passam por cima dos nossos direitos sem ninguém abrir a boca) – parece geral a reclamação contra o trânsito. Motoristas teimam em esquecer que quem faz o trânsito são eles mesmos…
O Rodrigo Oliveira está em Londres, representando o Brasil no G20 Voice. Tem mais informação colaborativa no Put People First… via Martelada
Vale replicar à vontade post do Duende sobre o incêndio criminoso da casa de um indígena em Brasília. A gente sabe bem como as coisas funcionam na capital e não custa investir nossos dedinhos e bocas para incentivar a transparência da investigação e um julgamento severo da questão.
Para fechar (ainda tem montanhas de feeds não lidos no Reader…) leiam, por favor, a resenha de minha Xará e Tiagón sobre o Yellow Shark do Zappa lá no Impop. Se vocês quiserem, Joaninha até ajoelha e vira pedinte. É uma aula. E o Tiagón (confesso, ele é meu herói há muito tempo) me representa lindamente quando fala se sua inquietação durante a escuta de Zappa. Eu adoro a obra dele, tenho muitos discos – inclusive este, absolutamente sensacional – e sinto uma falta enorme da sua presença no mundo de hoje. Principalmente por sua ironia e análise fina, capaz de derrubar o estereótipo americano com um único riff ou verso.
Mafra, o Fernando, chama a atenção para a necessidade de suporte ao fotojornalista Zoriah, que precisa de doações para seguir no seu trabalho. Eu sei que nós, brasileiros, não costumamos fazer isso, mas às vezes os 5 dólares (10 reais) que possamos doar ajudem. E se muitos doarem 1 ou 2 dólares ajudarão mais. E quem não pode doar, sempre pode espalhar a palavra…
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